Artigos de Professores
Dicas, resolução de provas, questões comentadas, provas, notícias e informações em geral
Primeiramente, muito prazer, pessoal!
Meu nome é Sandro Bernardes, também conhecido como “Sandro Maranhão”, pelo mundo dos concursos. Sou auditor do TCU, com dez anos de experiência no Tribunal. Também já fui servidor da CGU, por cerca de seis anos. Fui convidado, e aceitei com muito prazer, a integrar a equipe do SUPERCONCURSEIROS, para que ministrasse a disciplina de Direito Administrativo, que daqui por diante chamarei de DAD, ok?
Bom, sem querer puxar a sardinha para o nosso lado, DAD é fundamental em qualquer concurso público. Basicamente, todo concurso público desses “grandes” exige a disciplina, sendo que dois assuntos são quase indispensáveis: licitações e contratos (Lei 8.666/1993) e servidores (Lei 8.112/1990). Essas duas, aliás, são minha especialidade, , diria, pois trabalho com as normas há cerca de 10 anos. É que órgão de controle sempre cuida muito disso. E eu só trabalhei em órgãos de controle, até então (CGU e TCU).
Bom, mas, indo ao que interessa: em nossos contatos, tentarei trazer sempre as novidades “quentes” do mundo dos concursos (alterações nas Leis; decisões novas dos Tribunais Superiores, etc.). A intenção é fortalecê-los nessa busca pela sonhada aprovação. Aliás, queria falar alguns “segundinhos” sobre isso.
No ano que fiz concurso (e fui aprovado) para o TCU, NÃO PASSEI NA CGU! E muita gente acha que a CGU é “um passo” para o TCU (eu não penso assim, de antemão). Minha opinião: não passar em um concurso (ou passar) não é sinônimo de bom ou mau desempenho em concursos futuros. Muitas coisas influenciam na prova: tranqüilidade, sorte, banca e, sobretudo, humildade. Quanto a esta última, explique-se: em nossa opinião, o mais importante, em tudo que façamos em nossa vida, é saber que somos aprendizes. Não existe quem tenha mais ou menos conhecimento inato, para fins de concurso público. Este (o conhecimento) é apreendido, e aprendido, conforme nossa disposição e receptividade. Temos que estar atentos a isso e saber que ninguém, absolutamente ninguém, sabe tudo...
Mas, ainda nessa história de TCU X CGU, por exemplo, muitos já me perguntaram qual é o melhor. Minha resposta: não há cargo melhor ou pior. O que importa, é saber para onde se vai, conhecer a instituição na qual vai se trabalhar, fazer as escolhas corretas, enfim. Aliás, a escolha correta é o primeiro passo para o sucesso.
Em 1º lugar, nas turmas presenciais (sou professor em váááárias, Brasil afora), destaco sempre que não há um método ÚNICO para a aprovação. Não há um número de horas mínimo, ou máximo, de estudos em um dia, por exemplo. Não está certo (nem errado) estudar-se uma matéria (ou mais de uma), numa semana. Não há certeza de que quem faz cursos, presenciais ou à distância, será aprovado. Em síntese, o 1º passo é criar a SUA estratégia. Esta deve ser sua primeira escolha. Claro que, após anos de estudos, e, sobretudo, auxiliando a muitos na preparação para concursos, tenho algumas opiniões que, acho, podem ser úteis. Vamos a elas:
I) Atualmente, em concursos públicos é necessária uma visão mais ampla e sistêmica. Não basta apenas o “decoreba” de 10 anos atrás. Contrário disso, muitas vezes as questões da prova são bastante “situacionais”, ou seja, colocam um caso para análise do candidato. Pensem nisso, e, sugiro, evitem o “decoreba” puro e simples;
II) Planejamento: é preciso que se estabeleça um ciclo de estudos. Pode ser uma matéria de cada vez, mais de uma, todas etc. Mas é preciso, fundamentalmente, uma rotina, um método, algo padronizado. Digo aos candidatos que, independentemente do concurso, são sempre três os requisitos para a aprovação – PLANEJAMENTO (a tal da rotina), DISCIPLINA (cumprir o planejado) e DISPOSIÇÃO (cumprir o planejado, com todo afinco possível);
III) Não escolha cursos por grife. Muitas vezes ouvimos o seguinte comentário: Professor, o que você acha de eu fazer o curso X? TODOS estão fazendo. A resposta é simplória: nem TODOS passarão. Informe-se sobre as qualidades dos professores. Analise se estas atendem SUAS necessidades.
Por fim, estude, estude, estude! Essa é a nossa “LEI” a partir de agora! Abraço e bons estudos,
Sandro “Maranhão” Bernardes Tags: Sem Tag
Meu nome é Sandro Bernardes, também conhecido como “Sandro Maranhão”, pelo mundo dos concursos. Sou auditor do TCU, com dez anos de experiência no Tribunal. Também já fui servidor da CGU, por cerca de seis anos. Fui convidado, e aceitei com muito prazer, a integrar a equipe do SUPERCONCURSEIROS, para que ministrasse a disciplina de Direito Administrativo, que daqui por diante chamarei de DAD, ok?
Bom, sem querer puxar a sardinha para o nosso lado, DAD é fundamental em qualquer concurso público. Basicamente, todo concurso público desses “grandes” exige a disciplina, sendo que dois assuntos são quase indispensáveis: licitações e contratos (Lei 8.666/1993) e servidores (Lei 8.112/1990). Essas duas, aliás, são minha especialidade, , diria, pois trabalho com as normas há cerca de 10 anos. É que órgão de controle sempre cuida muito disso. E eu só trabalhei em órgãos de controle, até então (CGU e TCU).
Bom, mas, indo ao que interessa: em nossos contatos, tentarei trazer sempre as novidades “quentes” do mundo dos concursos (alterações nas Leis; decisões novas dos Tribunais Superiores, etc.). A intenção é fortalecê-los nessa busca pela sonhada aprovação. Aliás, queria falar alguns “segundinhos” sobre isso.
No ano que fiz concurso (e fui aprovado) para o TCU, NÃO PASSEI NA CGU! E muita gente acha que a CGU é “um passo” para o TCU (eu não penso assim, de antemão). Minha opinião: não passar em um concurso (ou passar) não é sinônimo de bom ou mau desempenho em concursos futuros. Muitas coisas influenciam na prova: tranqüilidade, sorte, banca e, sobretudo, humildade. Quanto a esta última, explique-se: em nossa opinião, o mais importante, em tudo que façamos em nossa vida, é saber que somos aprendizes. Não existe quem tenha mais ou menos conhecimento inato, para fins de concurso público. Este (o conhecimento) é apreendido, e aprendido, conforme nossa disposição e receptividade. Temos que estar atentos a isso e saber que ninguém, absolutamente ninguém, sabe tudo...
Mas, ainda nessa história de TCU X CGU, por exemplo, muitos já me perguntaram qual é o melhor. Minha resposta: não há cargo melhor ou pior. O que importa, é saber para onde se vai, conhecer a instituição na qual vai se trabalhar, fazer as escolhas corretas, enfim. Aliás, a escolha correta é o primeiro passo para o sucesso.
Em 1º lugar, nas turmas presenciais (sou professor em váááárias, Brasil afora), destaco sempre que não há um método ÚNICO para a aprovação. Não há um número de horas mínimo, ou máximo, de estudos em um dia, por exemplo. Não está certo (nem errado) estudar-se uma matéria (ou mais de uma), numa semana. Não há certeza de que quem faz cursos, presenciais ou à distância, será aprovado. Em síntese, o 1º passo é criar a SUA estratégia. Esta deve ser sua primeira escolha. Claro que, após anos de estudos, e, sobretudo, auxiliando a muitos na preparação para concursos, tenho algumas opiniões que, acho, podem ser úteis. Vamos a elas:
I) Atualmente, em concursos públicos é necessária uma visão mais ampla e sistêmica. Não basta apenas o “decoreba” de 10 anos atrás. Contrário disso, muitas vezes as questões da prova são bastante “situacionais”, ou seja, colocam um caso para análise do candidato. Pensem nisso, e, sugiro, evitem o “decoreba” puro e simples;
II) Planejamento: é preciso que se estabeleça um ciclo de estudos. Pode ser uma matéria de cada vez, mais de uma, todas etc. Mas é preciso, fundamentalmente, uma rotina, um método, algo padronizado. Digo aos candidatos que, independentemente do concurso, são sempre três os requisitos para a aprovação – PLANEJAMENTO (a tal da rotina), DISCIPLINA (cumprir o planejado) e DISPOSIÇÃO (cumprir o planejado, com todo afinco possível);
III) Não escolha cursos por grife. Muitas vezes ouvimos o seguinte comentário: Professor, o que você acha de eu fazer o curso X? TODOS estão fazendo. A resposta é simplória: nem TODOS passarão. Informe-se sobre as qualidades dos professores. Analise se estas atendem SUAS necessidades.
Por fim, estude, estude, estude! Essa é a nossa “LEI” a partir de agora! Abraço e bons estudos,
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